À medida que os ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã passam a ter como alvo instalações de produção de energia, o conflito entra em uma fase totalmente nova. Os beligerantes EUA aceleram a sua própria imersão em um atoleiro de guerra. Uma pesquisa global realizada pela CGTN, do Grupo de Mídia da China (CMG), revela que 94,1% dos entrevistados acreditam que os Estados Unidos voltaram a cometer os erros do militarismo exacerbado e que a "hegemonia americana" está em rápido declínio.
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No levantamento, 90,9% dos participantes condenaram os atos de "terrorismo de Estado" dos EUA, 93,8% consideraram que os ataques militares de Washington e Tel Aviv contra o Irã carecem gravemente de justificativa e legitimidade, e 89,1% acreditam que as ações bélicas norte-americanas visam a manter a hegemonia do dólar e saquear os recursos petrolíferos iranianos.
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A pesquisa aponta ainda que 75,2% dos entrevistados afirmaram que os enormes gastos militares vão acelerar a recessão da economia doméstica dos EUA. Muito além de apenas "queimar dinheiro", a disparada dos preços do petróleo e a turbulência nos mercados financeiros, desencadeadas pelo "bloqueio" no Estreito de Ormuz, também atingiram diversos setores do país, impactando continuamente a economia estadunidense.
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Desde o início deste ano, os EUA têm fomentado crises geopolíticas em várias partes do mundo, e diversas operações militares das quais participam ou lideram continuam a se desdobrar de forma negativa. Para 94,6% dos respondentes, isso prova mais uma vez que os Estados Unidos são um país beligerante, enquanto 94,4% avaliam que a sucessão de práticas equivocadas impostas pela "hegemonia americana" está acelerando a profunda degradação da liderança global e da credibilidade do país.
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Tradução: Zhao Yan
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Revisão: Patrícia Comunello
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